quinta-feira, 28 de julho de 2016

Não existe amor em SP

Nada. Só esse vazio de cidade enorme. Só esse evento acadêmico que me faz ter vontade de desistir da academia, de seguir criando somente. Aí bate aquela merda daquele desespero de não ter grana, de ter medo do futuro. Aí eu leio essas notícias da política e acho q estamos afundando em um buraco sem volta. Aí eu sinto um medo absurdo de ficar sozinha, de ser tão chata e insuportável q eu não vou nunca ter paciência pra dividir a vida com alguém. Aí eu me sinto louca demais, intensa demais, exagerada demais, aí eu perco as esperanças e as utopias vão se desfazendo na facilidade de um cotidiano medíocre. Eu odeio o cotidiano. Aí vem tudo, aí eu me acho feia, chata, gorda, burra e todas as coisas ficam bem opacas e eu não consigo ver nada além dessa falta de fé em tudo. Mas uma hora passa, um dia passa, sempre passa.....

E o Zuza segue me dando sopros de vida!

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Eu amo as sapatao!

Não tem nada mais gostoso, nada mais sexy, nada mais tesudo lindo maravilhoso que a capacidade de amor dentro da alma de uma mulher.

O mel da minha laranja

Eu sou tão brega tão brega tão brega, que as vezes eu até gosto!

Eu gosto de gente que se ama com, que se ama em, que se ama junto.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Pela tentativa de ser

Bebi .
Mas não foi nada demais....
Só uma coisa.
Uma dúvida.
Um certo receio da vida.

Coisas de Nina

Fazer do contingente o necessário.
Ou seja, prolongar o efêmero.
Si que não dá, é contingencial!